Almodóvar, como sempre, não me decepcionou com Abraços Partidos. Grande fotografia + pequenas e brilhantes soluções de roteiro que fazem toda a diferença.  E Penélope Cruz, musa do diretor, sempre linda e em um dos seus melhores momentos como atriz.

Mais alguém reparou na semelhança entre o nome escolhido para a tradução brasileira e o, também excelente, O Abraço Partido (El Abrazo Partido), filme argentino de 2004? Feio, feio…